Quartel Design visita sede do Google em São Paulo

A convite do desenvolvedor Breno Araújo, o general de criação Marcus Mota e o analista Jack visitaram a sede do Google em São Paulo. Foi um tempo de aproximação e conhecimento de novas tecnologias, e também o estreitamento de uma parceria que trará muitas novidades em relação aos projetos de alto calibre da Quartel Design. Confira algumas fotos:

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Diário de um soldado pt. 02 – A base aliada

por Jack

Dia dois e já parece que estou aqui há anos. Preciso me manter firme, não demonstrar fraqueza, mas são muitos ataques inesperados dos inimigos perus. Depois da armadilha do ar condicionado e do banho pingado, tive que tomar atitudes drásticas e colocar todo meu treinamento em prática. Esperei um momento de distração (almoço) do inimigo e invadi a central de comando. Rapidamente consegui desativar as turbinas do ar e impulsionar a distribuição de água nos chuveiros. Por pouco não fui pego por um peru sentinela, mas acabei me fingindo ser um deles, entoando um grito de guerra.

IMG_3715 Sim, pude aliviar um pouco meu sofrimento. Mas eu não sabia o que vinha pela frente naquele dia. Os inimigos resolveram atacar com força total. Um dia completo de sons ensurdecedores, pessoas correndo, bombas de brindes e sequências intermináveis de fila para tentar fazer qualquer coisa. Quando tive que encarar uma fila para disparar o número dois achei que ali seria meu fim. Os suprimentos estavam se esvaziando, assim como meu ânimo. Estava quase entregando as pontos, quando o soldado Adolfo (que não é o Hittler) recebeu uma chamada milagrosa no rádio. Transcrevemos o código morse e, ansiosos, lemos as seguintes palavras: “Não se desesperem amigos, instalamos uma base aliada logo na entrada das montanhas. Venham o quanto antes.”

Eu e o soldado Adolfo não conseguíamos conter nossa alegria. Tivemos medo de ser uma cilada do inimigo. Então, mais uma vez nos disfarçamos e infiltramos na rota do inimigo. Pedimos informações para alguns perus carregando pizza e tivemos sucesso! Não poderia acreditar quando vi aquela linda base montada, com soldados normais, sem fila, sem gritos, com interaçõxes pessoais e não só com os jogos e celulares. Não preciso dizer que nos esbaldamos de alegria até o cansaço nos vencer.

Mas a guerra ainda não acabou amigos. Nossa base continua sendo constantemente atacada nas madrugadas, com filmes ruins, gritos e correrias. Não sei se sobreviverei para contar como terminou esta guerra, mas estou feliz com o apoio de nossa base aliada, que nos trouxe uma nova esperança.

Fazendo novos amigos

A Campus Party é um ótimo local para trocar ideias, conhecer gente nova, fazer boas amizades. O Gabriel aproveitou a oportunidade para encontrar um amigo meio que diferente. Seria um nerd engolido por um personagem de algum jogo?

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Descansar em serviço pode?

- Pode isso Arnaldo? O soldado dormindo em pleno expediente?

– Bom, a regra diz que se for durante uma Campus Party é permitido, pois ninguém é de ferro né?

Bons sonhos, Samuel.

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Diário de um soldado pt. 01

Por Jack

Quarta-feira, quatro de fevereiro de 2015. Aqui estou, talvez imaginado submerso na terra chamada de garoa, porém só os que estão de guarda neste galpão, chamado campus, podem saber o sentimento. Ainda não sei definir bem o inimigo, não sei seu formato e muito menos seus pontos fracos. Só o que sei é que o inimigo nesse momento é minha própria sobrevivência. Mas primeiro vou falar deste ambiente nada comum. Parece que as pessoas que vivem por aqui participam de uma certa seita inspirada no animal peru. Sim, eu disse peru! Um animal, que quando em bando, uma pessoa convoca um grito de guerra (assobio) e todos respondem (glugluglu). Mas aqui são perus evoluídos, da linha Nerdai. Parecem não ter um líder definido, pois qualquer pessoa aleatória que grita “Ôooh” é respondida por vários “Óohs” reverberados no ambiente. Fui inocente no inicio ao achar que eles eram bobos e desorganizados. Tentei convocar os perus nerdais com um grito aleatório, mas não fui correspondido…ou seja, fui descoberto!

Nesse momento me senti mais observado e estudado. Tentei intimidá-los com outras técnicas ninjas, como gritar o nome do meu time ou fazer dancinhas estranhas, mas de nada adiantou. Todos eles continuavam correndo pelo local sem motivo aparente e formando filas em intervalos desconhecidos. Sim, as filas…filas se formam de repente, as vezes com objetivos, outras vezes sem.

Tive que manter minha atenção durante todo dia e madrugada, pois estava no time da ronda para guardar território. Momentos de tIMG_20150204_134028242ensão aconteciam quando gritos e cornetas eram entoados, atrapalhando o sono de vagantes. Comecei a ficar cansado, sonolento e tive que me retirar para o acampamento. Mal eu sabia que o inimigo tinha me preparado uma armadilha cruel. Me peguei com minha barraca posicionada em frente uma bazuca de ar condicionado, que tinha um barulho semelhante a uma turbina de avião (nem preciso mencionar que sonhei que estava pilotando um 747). Acabou que não tive minha tão desejada noite de sono restauradora. A única solução no momento seria um banho para recuperar as energias e continuar a missão, porém, eles foram mais rápidos…cortaram nossa água!

Agora estou aqui com meu batalhão, aguardando mais um dia de guerra regado a café e sanduíche de presunto.